Roupa gorda!!!

Ontem meu marido me falou que a minha saia estava me engordando.

Fiquei indiguinada! Como assim? Eu dou um duro danado com pizza, coca-cola e suspiros e a culpa é da saia?! =D

Nem pensar…quem engordou fui EU!
A saia não come massa no almoço. A saia não vai pra Cacau Show pra comprar trufas. Todo meu mérito, todo o meu esforço de preencher as dobrinhas do meu abdomen foram desconsiderados, nesse comentário de meu marido.

Acordei então disposta a mostrar que da mesma maneira que quem come e engorda sou eu, quem emagrece, também é a gulosa aqui e motivada pelo momento Christina Hendricks da Gabi, resolvi me matricular na academia e começar a dieta.

O planejamento é spinning às 2ª, 4ª e 6ª às 7:00am. até a gente se mudar, pois a academia é do lado do meu trabalho, então ainda sobra um tempinho pra tomar banho e vir feliz (se é que isso é possível, depois de 1 hora de bicicleta) e depois que a gente se mudar, meu plano é mais ambicioso, intercalar Boxe Trainning com Yoga, mas por enquanto é acordar meia hora mais cedo pra poder ouvir logo que essa ou aquela roupa está me emagrecendo ;)


Rascunhos de vida

Eu tenho pelo menos uns 15 rascunhos aqui no wordpress para terminar e postar. Tá, olhando direito são 11, mas mesmo assim é uma quantidade imensa de minitextos abandonados ao esquecimento do painel de controle do wp e isso tudo porque eu ando muito sem tempo, extremamente sem tempo.

Voltei a estudar, as aulas correm soltas nesse período, tenho prova no sábado e estou estudando loucamente porque uma das matérias é relativamente complicada para uma pessoa com raciocínio matemático lento. Mas vamos nessa.

O trabalho contiua tenso, embora com a nova contratação a carga de trabalho tenha diminuído consideravelmente, agora não existem mais desculpas para erro, já que fiquei apenas com um departamento, então é atenção dobrada, tripilicada, né?

Arrumei uma nova amiga: a gastrite. Ela me tirou alguns dias do trabalho na semana passada e me fez chorar de dor. Agora fizemos as pazes e eu, ela e o Omeprazol estamos convivendo bem. Quando eu não lhe dou a devida atenção, ela grita e voltamos a nos entender.

E a obra vai a pleno vapor. Paredes em pé, telhado sendo colocado essa semana, emboço comendo solto e o dinheiro voando pela janela. Mas é por uma boa causa.

E além de tudo, é necessário arrumar algum tempo para marido e filho, verdadeiras razões por todos os itens acima (exceto a gastrite, que é amigona e chega sem motivo algum pra jantar).

Thiago anda encantado com viagens espaciais, o que deixa o pai literalmente roxo de orgulho. Faz contagem regressiva para o lançamento (depois vejam o vídeo no YouTube) em inglês. Fico pasma de ver aquele menino que não falava nada tão falante, cheio de novidades e com um poder argumentativo imenso. Esse vai me dar trabalho na adolescência. =P

Agora vou trabalhar, pois já são quase 8:00 e tenho uma fila de pessoas (2, na verdade :P ) e coisas para atender e resolver.

Bom dia, boa semana e se eu demorar a voltar, boa vida para vocês! ;)

Perigo real do Parkinson

A doença de Parkinson é uma desordem progressiva que é causada pela degeneração das células nervosas na porção do cérebro que controla o movimento. A doença ocorre quando certas células nervosas morrem ou ficam danificadas e não podem mais produzir dopamina. Sem dopamina, os indivíduos podem desenvolver tremores, tremulação das mãos, braços, pernas, queixo e face junto com rigidez e inflexibilidade dos membros, lentidão dos movimentos e equilíbrio ou coordenação debilitados. Os pacientes podem ter também dificuldade em andar, falar ou completar outras tarefas simples. A incidência da doença de Parkinson aumenta com a idade.


(fonte:http://emedix.uol.com.br/)

Sou uma leitora ávida de notícias sobre os avanços da medicina no que diz respeito ao Mal de Parkinson não porque eu seja hipocondríaca ou porque eu gosto de acompanhar as celebridades acometidas da doença. Faço isso, regularmente, atormentada pelo medo da hereditariedade da doença. Meu avô passou por isso nos seus últimos anos de vida, onde a doença neurológica degenerativa o privou dos movimentos, e no final da fala. Não mata, não pega, não afeta a memória ou intelecto do doente.

Meu avô era um cara inteligente, médico, adorava ler e adorava conversar, mas nos últimos anos não conseguia formar frases simples, como as do meu filho de 3 anos. O cérebro funcionava, mas os músculos não obedeciam. 5/10 minutos tentando falar pra pedir um copo de água. Esse ano fazem 10 anos que ele faleceu mas o fantasma do Parkinson não me abandonou.

Apesar de muita gente falar de causas desconhecidas, riscos ambientais, já existem um forte caminho para causas genéticas e daí se reforça os casos de hereditariedade e eu penso no meu pai, na minha irmã, nos meus sobrinhos, no meu filho e em mim mesma, é claro.

O livro “Um otimista incorrigível”, escrito por Michael J. Fox, me fez relembrar e muito do meu avô. Acho que nossa memória nos prega peças, apagando aquilo que não é aprazível, deixando a memória mais doce, fazendo assim a gente suportar mais nossas dores e medos. Mas no caso em particular, a minha memória acabou atrapalhando.

Eu preciso lembrar com detalhes para cobrar dos governos, cientistas, um estudo sério e um caminho para cura da doença.

Precisamos levantar fundos, apoiar a causa, espalhar  informação para que no futuro, não apenas essa doença, mas que as doenças neuro degenerativas sejam banidas por completo.

Para ler: www.parkinson.org.br / http://www.michaeljfox.org/

Bacalhau com natas

Bom, vamos lá… vou dar a receita do bacalhau também conhecido como “Bacalhau da Teca” que obviamente não inventei, mas como era o prato que eu levava anualmente ao jantar de Natal que os amigos costumavam a fazer, ganhou esse apelido. É uma receita de festa e por isso a receita é pra muita gente (serve de 10 a 15 comedores), mas basta adaptar a receita, ok?

Os ingredientes e utensílios que vocês vão precisar são:

  • 3 kg de postas de bacalhau
  • 6 cebolas grandes
  • 6 colheres de sopa de azeite
  • 6 colheres de sopa de manteiga
  • 6 colheres de sopa de farinha de trigo
  • 6 ovos inteiros
  • 1,2 lts de creme de leite fresco
  • 1 ¹/4lt de leite integral
  • 600g de batata palha
  • mussarela suficiente para gratinar
  • um refratário
  • uma panela grande
  • uma frigideira alta

De véspera, coloque o bacalhau de molho para dessalgar, trocando a água sempre que necessário. No dia, escorra e cozinhe o bacalhau, desfiando em postas, tenha cuidado de remover as espinhas nessa etapa. Na frigideira alta, acrescente o azeite e frite as cebolas, colocando no final o bacalhau, refogando bem e reserve.

Na panela, faça o creme. Coloque a manteiga para dourar e aos poucos acrescente a farinha e o leite e misture até cozinhar. Abaixe o fogo e acrescente os ovos e o creme de leite, mexendo bem, sem deixar ferver.

Agora é montar o prato no refratário: forre o fundo com o bacalhau acebolado, coloque o creme por cima, complete com batatas palha e o finalize com a mussarela e leve ao forno para gratinar, na hora de servir.

E bom apetite!

Culpa de trabalhadora

Sim, eu ainda me sinto culpada de ter que sair para trabalhar. Sei que é um sentimento estúpido porque eu preciso trabalhar, mas a dura verdade é que pelo menos uma vez por dia, e isso num dia bom, me bate o enorme peso de que o Thiago esta só está agindo assim (e insira aqui o seu problema favorito) porque eu não estou com ele mais tempo.

Esse sentimento aumentou esses dias . Graças aos céus ele voltou a se alimentar como uma pessoa normal. Voltou a comer feijão, carne/frango e alguns legumes. Para quem não sabe o nosso drama, desde que eu mudei de emprego, ou seja, essa semana completei exato 1 ano no “novo” trabalho que ele só come macarrão na manteiga e arroz puro. Primeiro eu não liguei, depois me preocupei, já me desesperei e já estava me conformando com o fato de que seria assim para o resto da vida quando resolvi tentar mais uma vez: chamá-lo para fazer a comida comigo e ser mais insistente ao não dele. Deu certo. Primeiro foi só o feijão e na creche ele foi aumentando. Sucesso total.

Mas me fez pensar que se eu fosse uma mãe mais presente eu já teria resolvido isso há mais tempo. Saio muito cedo, chego tarde, mal vejo o meu filho durante a semana… e sempre fico com aquele sentimento horrível que estou no lugar errado, que eu deveria estar em casa. Com ele.

Ser mãe não é mole não…